domingo, 6 de julho de 2008

whatever tomorrow brings...

Eu não sei formar minha opinião sobre este assunto. O que sei é que tenho medo.

Existe um pequeno universo comprimido na minha cabeça, prestes a fazê-la implodir. Até sexta-feira ele ocupava um lugar considerável, gigante, na verdade, mas não achava que ele fosse querer implodir.

Todo esse universo, e suas alternativas para o mundo real, não afetam o mundo real. Não tira as coisas de seus lugares e as reorganiza.

Eu faço minhas orações, agora mais que em qualquer tempo... Eu peço calma, inteligência, paciência, maturidade, compreensão e coragem, para o fim que se fizer necessário, independendo de qual for...

E eu sigo sem arrependimentos, porque todas essas coisas não podem ser simples mérito do acaso.


sábado, 5 de julho de 2008

não sei se é palavra que falta...

ou se é o óbvio que me cala...

na verdade, eu queria ter um plano infalível... ou dois... ou quantos fossem necessários pra mudar

Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer as vezes que às vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
Tanto faz não satisfaz o que preciso
Além do mais, quem busca nunca é indeciso
Eu busquei quem sou;
Você, pra mim, mostrou
Que eu não sou sozinho nesse mundo.

Cuida de mim enquanto não esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto finjo, enquanto fujo.

Basta as penas que eu mesmo sinto de mim
Junto todas, crio asas, viro querubim
Sou da cor, do tom, sabor e som que quiser ouvir
Sou calor, clarão e escuridão que te faz dormir
Quero mais, quero a paz que me prometeu
Volto atrás, se voltar atrás assim como eu.

Busquei quem sou
Você, pra mim, mostrou
Que eu não estou sozinho nesse mundo.

Cuida de mim enquanto não esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto fujo.


O Teatro Mágico - Cuida de mim

terça-feira, 17 de junho de 2008

Tô indo...

Pra onde?

Sei não...

Pra onde soprar um ventinho favorável e amigo... de preferência com vista aprazível, e um rosto conhecido por perto...

É pra lá mesmo!

domingo, 15 de junho de 2008

whatever

Cansei, mas não sei se vale a pena levantar questões a essa altura do campeonato.

Minha tática preferida sempre foi bater retirada, e se falta tão pouco tempo, por que não esperar? Falar o que se pensa às vezes tem um custo alto, e isso é uma coisa que eu nunca aprendo. Vai ver é hora de reservar minhas opiniões e aprender outras coisas, como ser tolerante.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Pensando nas mutações dos relacionamentos de toda natureza


Onde ficaram aquelas tardes longas? Os filmes de finais de semana?

Qual foi a primeira notícia que deixamos de dar um ao outro?

Quando o que você tinha a saber sobre mim se tornou irrelevante, e vice-versa?

Onde e quando foi que esquecemos nossas afinidades, perdemos os números de telefone de nossas memórias e esquecemos de telefonar pra dizer um bom dia?

A partir de que momento duas vidas se apartam, e tornam-se quase irrelevantes uma para outra?

Estamos sempre tão ocupados, que quase nunca sabemos responder...

quinta-feira, 5 de junho de 2008

discursos imaginários

Acho que um dia eu esqueço, um dia passa, e um dia você será de fato e direito rejeitada.

Porque eu cansei de brigar, argumentar.
Viver tem que ser bem mais leve... e eu cansei de pesos desnecessários....

Talvez um dia eu lhe dê motivos.

Eu queimaria seus retratos...
E talvez até me desfizesse daquele caleidoscópio...

Vai ver é o melhor a fazer quando as coisas perdem o sentido...

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Depois da porta...

Eu quero o divórcio.

Eu não sei viver assim. Eu quero meu banheiro, minha sala com tv desligada, minha cozinha limpa e organizada...
Quero dormir e acordar sem ninguém cantando na minha cabeça.

Eu quero um pouquinho de paz nas poucas horas vagas de minha vida.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Muda?

"O pouco que sobrou da sua moral hoje dormiu na rua"
Banda Z


É, melhor manter distância. As pessoas não mudam. A gente até tenta, faz o que pode pra ajudar, mas, ajudar pra quê?

Não é decepção, tá. No fundo é o esperado, nada imprevisto. Só me enche o saco esse meu otimismo me vitimar de vez em quando....