quarta-feira, 19 de novembro de 2008

on the edge

Cheguei em casa, e coloquei uma música idiota no repeat.
Daquelas músicas, que a gente ouve na adolescência e depois esquece que existe. Quando lembra, a gente até canta junto de novo, mas nunca é o mesmo.

Vai, Lana. Se acalma. Todo mundo faz uma coisa muito idiota um dia. Minha reputação e o trabalho de um ano é irrelevante, e tudo de justifica diante de uma súbita teoria sobre a incompetência generalizada.

A relevância da idiotice não depende da idiotice em si, mas de quem a comete.

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